Vc já foi assistir ao filme Avatar?
Então, imagine vc no planeta Pandora, vivendo numa atmosfera hostil fora do sistema solar, fantástico pela fauna e flora deslumbrantes, e rico em um mineral raríssimo, o unobtanium, extremamente difícil de ser obtido e, por tabela, milionário. E uma das maiores reservas desse material fica justamente embaixo da cidade onde vivem os Navis, humanóides azuis com ar felino, rabo, olhos grandes e mais de 3 metros de altura. Hum, que planeta é esse? A vida é tão complexa e toda a exuberância da natureza apareceu num tempo não tão longe do nosso, só mesmo o cinema pra contar essa e nos fazer imaginar o impossível.
Mas, mesmo em 2154, os humanos ainda não perderam a vontade de ir atrás da grana, nesse caso, enlouquecidos pelo mineral caríssimo. Pra isso, depois de várias tentativas pra interagir com os nativos, a solução foi apelar pra tecnologia e usar avatares, híbridos criados com DNA humano e extraterrestre. Os avatares permitem se aproximar da cultura e conhecer melhor os Navis, e aí que entra o ex-fuzileiro naval paraplégico Jake. O seu avatar consegue correr, caminhar e ainda se apaixonar por uma Navi. Uma história que mistura terapia gênica com transplante de órgãos. No filme, a mistura de DNA humano e dos Navis produz os novos corpos. E o que não poderia faltar pra essa história fazer um mínimo de sentido, seria impedir de algum jeito a rejeição entre os corpos. Na hora que o fuzileiro ganha o novo corpo, não pode acontecer nenhuma rejeição. Hj, quando alguém recebe órgãos de outra pessoa tem que passar o tempo inteiro tomando medicação, os chamados imunossupressores, pq o nosso corpo rejeita os tecidos estranhos. Só no S
econd Life ou no cinema, vc escolhe o corpo que gostaria pra si. No caso de Jake, deu tudo certo: sem sofrer com a rejeição biológica, ele ganhou pernas e uma namoradinha bem agilizada.
Redação do
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Imagem obtida do site: www.news.bbc.co.uk